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Como Lidar com um Alcoólatra na Família


Data: 17/08/2017 Categoria: Saúde / Voltar

Como Lidar com um Alcoólatra na Família

Tudo começa com o hábito de “bebericar” um pouco para relaxar após o expediente, comemorar alguma boa notícia ou simplesmente para esquecer as preocupações do dia a dia. É quando esse “pouquinho” vai devagar saindo do controle. Uma dose passa a não ser o suficiente; é preciso mais uma, duas, três, quatro…

E pronto! A pessoa torna-se dependente da bebida para tudo: para pensar, para relaxar, para se divertir, para esquecer as mágoas e questões mal resolvidas ao longo de sua vida. E aí vem a pergunta: como lidar com alguém nesta situação?

A Clínica de Recuperação Prime apresenta algumas orientações que podem ser úteis a você no dia a dia - ou mesmo a alguém que você conheça e que passe por estas mesmas dificuldades.

O primeiro passo é entender que, além de dar amor e atenção, não se pode obrigar a pessoa a aceitar a sua ajuda. Também não adianta mandá-la embora de casa, a menos que o vício no álcool tenha chegado a um ponto que reflita iminente perigo no lar.

Do contrário, é preciso muita paciência, conversa - quando a pessoa se abrir para ouvir o que se tem a dizer, e o principal: evitar hábitos e circunstâncias que impliquem no prolongamento e piora do quadro de dependência.

Assim, o apoio à pessoa é fundamental. A pessoa deve sentir-se acolhida pela família, pois o sentimento de isolamento na própria casa pode agravar sua fragilidade. No entanto, demonstre mesmo com carinho, que o vício não é tolerável dentro do lar, e que se ainda houver crianças no mesmo ambiente, o exemplo deverá existir em primeiro lugar.

Apoio também não significa cuidar da pessoa, tal qual de uma criança que precisa de cuidados diariamente. É preciso fazer com que o dependente entenda que ele é o único responsável por seus atos. Assim, se beber e não corresponder no serviço, perderá o emprego; se beber e dirigir, poderá matar alguém e até mesmo morrer junto. Se sair a noite e beber demais, terá que voltar para casa sozinho.

Muitas famílias temem em situações assim, que o parente morra ou acabe matando alguém no trânsito. Por isso, aceitam buscar tal parente no bar, o que é um erro. É preciso fazê-lo entender a responsabilidade por seus atos.

Outro fato importante a observar é que, em muitos lares, é comum a família fomentar o vício em casa sem nem se dar conta. Aquele engradado de cerveja baratinha que se compra e deixa na geladeira à vontade; o uísque importado – e mesmo o nacional, quando em preço acessível, que muitos não dispensam antes do almoço ou do jantar; o vinho do porto; a champanhe, bastante comum em festas… tudo isso se torna um perigo em casa.

É como deixar um revólver perto de um suicida.

Por fim, procure ajuda especializada, que pode agilizar a conscientização do dependente. Clínicas, reuniões dos Alcoólatras Anônimos (AA), e claro, a Clínica de Recuperação Prime.

Será um prazer orientar e ajudar a você neste momento tão difícil. Procure-nos.

 

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