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Internação de Drogados

O consumo de drogas é um problema que vem atingindo diversas famílias em todo o mundo, algumas dessas drogas (como a cocaína, o crack e o álcool) são extremamente perigosas e normalmente os usuários precisam de internação para conseguir abandonarem esse vício. 

A internação de drogados pode ser feita voluntariamente ou de maneira compulsória (contra a vontade do usuário) e além de clínicas particulares, existem ainda opções gratuitas para auxiliar nesse tratamento. 

Quando a internação ocorre de forma voluntária, todo o processo se torna mais tranquilo, já que a pessoa está comprometida e tem ciência que o tratamento é a melhor solução. Nesse caso, o paciente, dependendo do local da internação, pode escolher entre regime fechado ou aberto. 

No regime fechado, o tratamento é feito por um período de tempo (determinado pela clínica), no qual o usuário fica confinado no local até a conclusão desse processo. Nos casos de regime aberto, que ocorre em poucos casos, o paciente consegue realizar o tratamento, porém sem a necessidade de ficar isolado, o chamado tratamento ambulatorial. 

Em todos os casos é sempre recomendado um acompanhamento médico, para que dessa forma ele possa analisar o caso e definir qual será o melhor procedimento a ser realizado. O acompanhamento por um psicólogo também é essencial, já que o processo de desintoxicação é algo complexo e exige muito do autocontrole do paciente, além de toda a carga emocional à que ele fica exposto durante o processo. 

Os casos de internação involuntária e compulsória são mais desafiadores, pois não contam com a ajuda do próprio paciente. Quem tem um papel importante nesse processo são os agentes de saúde e assistentes sociais, são eles que utilizam algumas estratégias para conseguir convencer o dependente a iniciar o tratamento e mostrar que a internação pode ser algo benéfico para a situação em que ele se apresenta. 

A internação, apesar de ser eficaz, não é a melhor solução na opinião de alguns especialistas. Eles afirmam que os casos de internação devem ser exceções, usadas apenas nos casos de pacientes que perderam a noção da realidade ou para aquelas pessoas que já tentaram abandonar o vício e mesmo assim acabam retomando os hábitos. Para esses especialistas, o tratamento ambulatorial é a melhor solução, com o acompanhamento médico e o trabalho de psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais e agentes de saúde. Porém vale lembrar que cada caso deve ser analisado isoladamente para poder encontrar a melhor forma de tratamento para o usuário.

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