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Internação de alcoólatras

O álcool apesar de ser uma droga que causa dependência química, ela ainda é uma droga legalizada em praticamente todos os lugares do mundo. Mas não se engane, ainda assim é uma droga que possui altas chances de dependência e pode causar o mesmo estrago que drogas mais violentas. O seu efeito é apenas mais lento se comparada a outras como a cocaína e o crack. 

A internação de alcoólatras pode ser feita de três formas: voluntária, involuntária ou compulsória. 

Voluntária:

A internação é feita com o consentimento do paciente. Ele tem consciência da doença e aceita realizar o tratamento. 

Involuntária:

A internação é feita sem o consentimento do paciente. Nesse caso, os familiares ou outra pessoa, que seja próxima dele, pode solicitar a internação. 

Compulsória:

Nesse caso não é necessária a autorização nem do paciente nem dos familiares. Nesse tipo de internação quem dá o consentimento é um juiz, com um laudo médico, onde esteja informando que o paciente não tem mais nenhum controle sobre o seu corpo e mente. 

Todas as formas de internação são válidas, a única diferença será o tipo de tratamento que deverá ser utilizado. Toda a recuperação e o processo desse tratamento são mais simples quando o paciente tem ciência da sua dependência química e aceita realizar o tratamento, porém a internação contra a vontade pode também ser eficaz se a situação já tiver saído do controle. 

O problema maior nesse processo de desintoxicação é que o álcool, por ser uma droga lícita, é de fácil acesso ao usuário, por isso é de extrema importância que seja feito um acompanhamento com um psicólogo ou psiquiatra, para poder auxiliar o paciente nesses momentos de maior tensão. 

É necessário força de vontade nesse processo já que os sintomas podem causar muito desconforto para o paciente, como náuseas, suores, tremedeiras e ansiedade. Isso pode acontecer, pois o consumo de álcool foi interrompido depois de um período de consumo excessivo. Durante o período de internação esse processo fica mais controlado, pois nesse local existe toda a estrutura necessária para atender as necessidades do paciente, tornando esses sintomas menos desagradáveis. 

O ideal é que as pessoas ao redor do dependente procurem ajuda no primeiro sinal de compulsão, profissionais como psicólogos, assistentes sociais e agentes de saúde podem orientar como proceder diante desse problema. Normalmente, o processo inicia com uma conversa com o paciente para analisar a gravidade da situação e em seguida pode ser definida qual estratégia deve ser tomada.

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